Il bambino autistico che a 7 anni parla 9 lingue, insegnandoci che nella vita tutto è possibile!

Bambino autistico parla 9 lingue

Si chiama Rafael Mayer, ha 7 anni, e parla 9 lingue. La notizia è già straordinaria di per sé ma c’è di più, perché Rafael è un bambino autistico che all’età di 2 anni e mezzo non parlava affatto.

Fu allora che gli venne diagnosticato l’autismo, dopo che i genitori, preoccupati dal suo mutismo, lo portarono da un neuropediatra. Al BBC News Brazil la madre Juli, come riporta anche sulla propria pagina Instagram, ha dichiarato che il bimbo all’età di 2 anni non interagiva, non guardava negli occhi nessuno e sembrava sordo, nonostante un test avesse smentito eventuali problemi di udito.

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Hoje novamente vi reportagens sobre Autismo, sobre meu menino tomar proporções nacionais em grandes portais como @bbcbrasil, G1 – @redeglobo , @uoloficial entre outros e sei de toda a "carga positiva e negativa" que isso traz aos nossos dias… . Por esse motivo, gostaria que vocês tirassem um tempinho para LER o que falarei abaixo: . O Autismo é um transtorno neurológico, não tem cura e cada autista é único, singular e especial, mas encontrar autistas com os mesmos hiperfocos (gostam de inglês e línguas) é um baita conforto, bálsamo e alegria… . Sou muito cautelosa no que falo, exponho e oriento no sentido do que deu certo com nosso filho, principalmente quando a questão é tratamentos e medicações, explicarei o por que: . Lá no início do diagnóstico do Rafinha em 2015, no auge da severidade do seu autismo, onde hiperfoco nem se quer era notável, onde o silêncio era total, onde a hipotonia era muito presente, a seletividade alimentar, esteriotipias e sono eram alguns dos desafios diários, ouvi de alguns profissionais que se não seguisse alguns protocolos, que se não fizesse tais métodos e tomasse tais medicações meu filho NUNCA IRIA EVOLUIR… . Quando falei que não conseguiria pagar e nem fazer tais tratamentos pois o método aplicado era contrário a linha que eu já educava meus filhos (Montessori) e apenas adaptaria ao autismo o literal e a neuroplasticidade cerebral (hoje vejo vários profissionais justamente falando sobre isso rsrsrs e eu falava em 2015 o que já vivia desde 2005). . Sabem o que ouvi destes 3 profissionais? VOCÊ É UMA PÉSSIMA MÃE, você está sendo negligente com seu filho, ele vai ser sempre desse jeito aí sem minha orientação (apontando para meu filho), estais acabando com a vida do seu filho… . VOCÊS conseguem imaginar o estrago disso? Vocês conseguem ter uma noção do quanto isso me destruiu por dentro? . Pois é, quando vejo a exposição dos avanços do meu filho é como se estivesse me limpando de toda maldade disfarçada de bem, é a esperança renovada, é a tranquilidade de saber que fiz a escolha certa e motivação para continuar estudando, fazendo meu melhor e principalmente ACREDITANDO no POTENCIAL de todas as pessoas. CONTINUA👇

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La svolta, spiega la madre Juli, avvenne quando uno degli specialisti consigliò ai genitori di fargli utilizzare un tablet, che lo aiutasse nel suo sviluppo. Pur non essendo convinti accettarono e il bambino, da allora, iniziò a guardare molti video in altre lingue su Youtube.

All’età di quasi 4 anni, durante una sessione con il logopedista, Rafael si espresse totalmente in inglese, e pur capendo la lingua madre, il portoghese, non la utilizzò per tutto il tempo.

Secondo gli esperti, questo rapido e inaspettato apprendimento sarebbe da ricollegarsi a una caratteristica tipica di chi ha l’autismo, l’iper-concentrazione. Essa permette di focalizzare l’attenzione su una cosa in particolare, senza distrazioni, e si manifesta soprattutto quando il soggetto svolge attività che gli piacciono molto.

Rafael nel frattempo ha appreso altre lingue come l’esperanto e la lingua dei segni brasiliana e oggi, a 7 anni, sa parlare anche in spagnolo, russo, tedesco, giapponese e italiano. A breve la lunga lista potrebbe arricchirsi dell’arabo!

Capacità simili sembrano un’eccezione, una cosa fuori dal comune, ma se osservate da un’altra prospettiva, potrebbero aprire le porte a un modo nuovo di guardare all’autismo, che da alcuni pionieri è già definito come “un altro sistema operativo” e non come un disturbo o una malattia.

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Laura De Rosa

Fonte e Photo Credit: Instagram

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